Sal e Luz

Leitura: João 17.13-25

“Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo” (Jo 17.18).

Alguns cristãos, esforçando-se para explicar que apesar de não enxergarem a Deus, sabem que Ele é real, comparam-no com o vento. O vento é invisível, porém real, pois é possível senti-lo. Essa é uma maneira de tornar mais inteligível a nossa compreensão sobre Deus.

Jesus ensinou os seus discípulos que eles deveriam ser: “pobres de espírito…, humildes…, ter fome e sede de justiça…, misericordiosos, puros de coração, pacificadores  e perseguidos por causa da justiça…”(Mt 5.1-11).

Com isso Jesus indicou que, a conduta dos seus discípulos e de todos os cristãos, deveria ser tão distinta que seriam como sal e luz, ou seja, a presença deles seria visível, não passaria despercebida. A ideia é que o cristão, viva de tal maneira que, seus atos e conduta, indiquem algo além dele mesmo.

Jesus disse: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem o Pai de vocês, que está nos céus” (Mt 5.13-16). Por meio da vida cristã, a presença e a ação do Deus invisível se tornam visíveis. Mas Jesus advertiu sobre a possibilidade do sal perder o sabor e da luz ser ocultada. O que nossa maneira de viver revela às pessoas que estão próximas? Nossas palavras e atos evidenciam a presença de Deus em nossa vida?

Se alguém fracassou no testemunho como sal e luz, comece de novo. Ainda há tempo. Jesus disse que a porta é estreita e o caminho é difícil. Então sabemos que o fracasso e a restauração fazem parte da caminhada.

Façamos assim. Cada vez que fracassarmos, nos levantemos e sigamos adiante.

Sal e luz não precisam de apresentações. Só de uso.